Estados brasileiros adotam medidas mais restritivas

Após um ano de crise no sistema de saúde, vários estados brasileiros passaram a adotar medidas mais severas para evitar a ruína total da área médica. De acordo com  a Fiocruz, o Distrito Federal e 24 estados do país apresentam taxas de ocupação de leitos superiores ou igual a 80%. 

Na última terça-feira (16), o Brasil registrou um novo recorde  de vítimas da enfermidade. Além disso, a variação no número de pessoas acometidas apresenta tendência de alta para os casos de falecimento de pacientes. 

Pensando nisso, governadores de vários estados passaram a adotar medidas mais restritivas. O objetivo é tentar reduzir o número de casos de pessoas infectadas pela doença e com isso, dar um fôlego ao sistema de saúde. 

Entre os estados que adotaram as restrições ainda mais severas, estão: Rondônia, Acre, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, além do Distrito Federal. Assim, os gestores estaduais passaram a restringir o horário de funcionamento em diversos setores da economia para evitar a grande circulação de cidadãos. Vale lembrar que em alguns estados a recomendação é para o fechamento total dos serviços não essenciais, como o comércio varejista de roupas e calçados, por exemplo, e de um horário reduzido para o funcionamento de supermercados e farmácias. 

As restrições são válidas para locais abertos também. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco proibiram o uso de praias, praças e parques, que estarão fechados para a população. O país está passando por uma uma nova onda da crise em saúde desde o mês de janeiro deste ano. De acordo com a Fiocruz, o colapso chegou ao 21º dia seguido com a superação de recordes anteriores no número de pessoas infectadas e de vítimas fatais. 

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