Caso ocorra 2ª onda, governo recriará auxílio emergencial

Nesta quinta-feira (12), o ministro da Economia, Paulo Guedes voltou a admitir que poderá prorrogar o auxílio emergencial, caso haja uma segunda onda da pandemia do coronavírus no Brasil. Caso isso não aconteça, ele espera que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresça em até 4% no próximo ano. 

Durante sua participação por teleconferência em um evento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Guedes declarou: “Se houver segunda onda, não é possibilidade, é certeza (recriar o auxílio emergencial). Acredito que, se houver segunda onda da pandemia, o Brasil reagirá como da primeira vez. Vamos decretar estado de calamidade pública e vamos recriar (o auxílio emergencial)”. 

Na última terça-feira (9), em um evento da Bloomberg, o ministro considerou a possibilidade de prorrogar o auxílio, em valores menores do que os pagos atualmente pelo programa (R$ 300), para que o benefício seja prorrogado por um período mais longo. 

Paulo Guedes afirmou, durante a palestra, que ainda não trabalha com a possibilidade de uma eventual segunda onda, já que na avaliação dele “a probabilidade é baixa”. Porém, o ministro não descarta a possibilidade de uma plano emergencial, já que no pacto federativo, existe uma “cláusula de calamidade pública”. 

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