Novo auxílio emergencial custará R$ 17 bi ao mês

Com a prorrogação do auxílio emergencial, o valor da parcela paga aos beneficiários, será reduzido dos atuais R$ 600 para R$ 200. Assim, o custo do programa será de R$ 17 bilhões ao mês, afirmou o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior. 

Desde que foi estabelecido, o auxílio emergencial vem sendo pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados. Segundo o secretário, os gastos da União com o pagamento do benefício é em torno de R$ 152 bilhões, uma média de aproximadamente R$ 51,5 bilhões ao mês. 

“É um programa extremamente importante, mas é caro, é um programa que, colocado em perspectiva, tem-se que analisar a efetividade e o custo dele. Então, pode haver, sim, prorrogação. Uma prorrogação, por exemplo, de R$ 200 vai implicar um custo, por mês, de aproximadamente R$ 17 bilhões. Portanto, nós estamos com atenção e queremos, com cada movimento, dar prioridade às camadas mais vulneráveis, aos segmentos mais vulneráveis da população”, declarou Rodrigues. 

Ainda segundo o secretário, o auxílio será prorrogado, porém o valor pago terá como referência o programa Bolsa Família, que custa R$ 29 bilhões por mês aos cofres públicos. “Não cabe uma extensão muito prolongada nas nossas contas”, completou ele em relação ao fato o auxílio não ser prorrogado por muito tempo. 

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