Guedes pretende cortar encargos trabalhistas

Com o objetivo de estimular a contratação de novos funcionários pelas empresas após o pico do novo coronavírus, o ministro da Economia, Paulo Guedes avalia a possibilidade de uma desoneração emergencial dos impostos aplicados sobre o pagamento dos colaboradores. A medida poderá ser aplicada por um ou dois anos e para compensar a perda de receita, o ministro pretende criar um imposto sobre as transações digitais. 

Caso seja posto em prática, o novo imposto resgatará um objetivo antigo de Guedes  em implementar uma contribuição sobre pagamentos. E mesmo com o debate, que lembra a antiga CPMF e técnicos da pasta fazendo menção ao antigo tributo nas análises da proposta, o ministro não leva a comparação em consideração. 

O ministro brinca que o último que falou sobre CPMF foi demitido, uma referência ao ex-secretário da Receita Marcos Cintra, que sempre defendeu uma nova cobrança que seguisse as regras da CPMF. Agora, mesmo negando que se trata de uma nova CPMF, a ideia do ministro é conquistar apoio político, defendendo a ideia de um imposto diferente, que será aplicado às transações digitais. Guedes ainda não revelou detalhes da proposta. 

 

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