Afinal, o que é o lockdown?

Após mais de um mês em que grande parte do país adotou as medidas de isolamento social, algumas cidades brasileiras começaram a decretar o chamado lockdwn, que estabelece regras ainda mais rígidas. Com isso, surge uma dúvida sobre o que de fato irá mudar em nossa rotina de quarentena. 

Desde o mês de março, algumas cidades decretaram o estado de quarentena, termo utilizado genericamente para o distanciamento social. Esse período pode ocorrer de maneira mais branda ou intensa, podendo ainda variar de acordo com o contexto social. De acordo com a classificação do Ministério da Saúde, há dois tipos de distanciamento. O Distanciamento Social Seletivo (DSS), chamado popularmente de isolamento vertical, é aquele no qual apenas pessoas do grupo de risco ficam isoladas. 

Já o Distanciamento Social Ampliado (DSA) está relacionado ao fechamento de escolas e estabelecimentos, proibição de aglomerações, paralisação de grande parte da atividade econômica não-essencial. Além disso, toda população é aconselhada a permanecer em casa e a sair apenas para o essencial. Este é o distanciamento horizontal, praticado na grande maioria das cidades brasileiras neste momento. 

Por usa vez, o lockdown é o próximo passo nesta escala. Assim, medidas ainda mais restritivas são adotadas, a população fica autorizada a sair de casa apenas para serviços essenciais, e dependendo da situação, poderá ser necessário aplicar o uso da força policial, para que haja certeza de que a medida está sendo devidamente cumprida. Além disso, áreas específicas poderão ser totalmente isoladas, podendo chegar a ter bloqueio de estradas e controle do trânsito, evitando assim a livre circulação de pessoas entre bairros ou cidades. O lockdown é considerado a medida mais eficaz de combate ao coronavírus e já foi adotado em diversos países como Estados Unidos, Itália e Espanha. 

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