Ministro do STF proíbe campanhas contra isolamento social

Nesta terça-feira (31), o ministro do SUpremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso decidiu proibir  a produção e circulação de campanhas publicitárias que declaram a população o retorno a todas as atividades durante o período de isolamento social. 

A decisão do ministro ocorreu após a vinculação nas redes sociais do vídeo “O Brasil Não Pode Parar”. A campanha está sendo atribuída à Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que afirma não ter aprovado a campanha. De acordo com a Secom, em nota divulgada no dia 27 de março, o órgão declarou que o vídeo foi produzido de maneira experimental, “portanto a custo zero e sem avaliação e aprovação da Secom.”

No comunicado, o órgão afirmou que  “a peça seria proposta inicial para possível uso nas redes sociais, que teria que passar pelo crivo do Governo. Não chegou a ser aprovada e tampouco veiculada em qualquer canal oficial do Governo Federal”. 

Através da decisão, o ministro atendeu a um pedido protocolado pela Rede Sustentabilidade. De acordo com Barros, as orientação da área da Saúde devem ser seguidas e a “supressão das medidas de distanciamento social, como informa a ciência, não produzirá resultado favorável à proteção da vida e da saúde da população.”

 

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