Bolsonaro prevê recuperação econômica em até um ano

Nesta segunda-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que será possível recuperar a economia do país em até um ano. A declaração foi feita ao jornalista Sikera Júnior, durante entrevista ao programa Alerta Nacional.

Em sua declaração, Bolsonaro afirmou: “Conversei com o Guedes hoje sobre essa questão. As medidas tomadas por ele podem chegar somando tudo por volta de R$ 800 bilhões. Ele falou alguma coisa reservadamente, mas o que ele expôs pra mim hoje essa possibilidade de recuperar a economia em um ano é possível, quando acabar essa crise, mais um ano, voltamos ao estágio que estávamos em janeiro. Agora isso é possível sim, afinal de contas os nossos portos cresceram 20% agora nesse último mês de fevereiro, cresceram 20% com a questão do vírus presente.”

Além disso, o presidente destacou “O Brasil  é um país que funciona nessa área, o nosso agro dá o grande exemplo disso, os nossos caminhoneiros que enfrentam grandes dificuldades nas estradas com restaurantes fechados, loja de autopeças, borracharia fechada, também, no meu entender, medidas exageradas por parte de alguns governadores e alguns prefeitos, mas tem mostrado que a nossa economia está reagindo. Agora eu não tenho os números, mas a venda de carro deve ter caído 50%, trabalho de restaurantes caiu 90%.”

Em outro momento da entrevista, Jair Bolsonaro fez declarações a respeito da aprovação pelo Senado, nesta segunda, do projeto que viabiliza o pagamento do auxílio de R$ 600 para os trabalhadores informais. “A boa notícia hoje: o Senado aprovou abono de R$ 600 para exatamente esses informais acredito que destes 38 milhões, pelo menos 25 milhões vão buscar os R$ 600 por três meses. Isso equivale a uma despesa mensal que é do contribuinte de R$ 15 bilhões, mas essa questão do emprego é uma preocupação nossa. O que o povo mais pede pra mim é pra voltar a trabalhar. Você não pode impor uma quarentena maior do que a que já está aí porque esse pessoal vai ter dificuldade para sobreviver e os 600 reais do governo ajuda, mas é um pouquinho, aquém do que eles necessitam”

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