Inauguração da base na Antártica relembra militares mortos

A base brasileira na Antártica foi reinaugurada nesta quarta-feira (15), com a presença do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão. A nova estrutura custou aproximadamente US$ 100 milhões  e ocupa uma área de 4,5 mil metro quadrados, além de ser uma das mais modernas do continente gelado. 

Mourão, que ressaltou a importância da estação Comandante Ferraz para o desenvolvimento da ciência brasileira, representou o presidente Jair Bolsonaro no evento. “As novas instalações da Estação caracterizam o avanço da presença do Brasil nesta continente. Um avanço qualitativo expresso no compromisso do governo federal com o desenvolvimento das atividades científicas ligadas às questões climáticas e ambientais”, discursou. 

A cerimônia teve a presença dos ministros da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes; da Defesa, Fernando Azevedo e da Infraestrutura, Tarcísio Gomes. Também estavam presentes o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, cientistas, representantes da Marinha e de países que fazem parte do Tratado da Antártica. 

Durante a cerimônia, o vice-presidente da República entregou aos filhos dos militares Carlos Alberto Vieira e Roberto Lopes, as cadernetas-registro. Os militares morreram durante o incêndio que destruiu a antiga base brasileira em 2012. As cadernetas são documentos em que todos os fatos da vida profissional dos militares foram registradas. 

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